A voz que vem de mim
Ecos de uma sala sem nada. O destino de uma gota d'água que escorre até a parede, aquela parede onde não tem nada.
Separado de tudo, disse que um dia o silêncio era natural, que eu iria acostumar. Hoje me tiraram tudo, em minhas mãos eu não consigo acreditar que até mesmo o que eu não tinha perdi.
Uma vez falei que sempre ímpar e nunca par, mas eu nem quero mais ficar sozinho aqui. Mal sabiam eles que o futuro seria tão sombrio onde não há uma mão, para estender, para de levantar. Espancar sim, serve.
Olha bem onde pisa, cada chão diz exatamente para onde queremos ir. Local que voce quer estar? Alguns sim, hoje eu queria só alguém pra me escutar, alguém pra me fazer companhia e dizer que que me ama e não mais meu eu, meu eco.






